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segunda-feira, 18 de novembro de 2013

Atividade em altura representa 40% dos acidentes de trabalho

Data: 13/11/2013 / Fonte: Diário do Litoral 

O trabalho em altura exige cuidados extremos por parte de quem coloca sua vida em risco diariamente como, por exemplo, profissionais que usam técnicas de rapel para limpar janelas ou os que sobem em postes para fazer a manutenção da rede elétrica. Segundo dados do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), 40% dos acidentes de trabalho no Brasil estão relacionados a quedas de trabalhadores em altura.

Criada há pouco mais de um ano, a Norma Regulamentadora nº 35 (NR35), define requisitos e medidas de proteção aos profissionais que atuam nessas condições. Com ela em vigor, a expectativa é que os acidentes sejam reduzidos. Porém, a capacitação do profissional precisa conter atividades práticas e ser feita de forma séria, como defende a coordenadora do curso de segurança no trabalho do Instituto Edison, Monica Klemps.

Do ponto de vista legal, para o MTE, a empresa está regular se os trabalhadores tiverem sido submetidos a um curso básico de no mínimo 8 horas. E como há inúmeros tipos de trabalho em altura, a norma prevê uma complementação desse treinamento dada pela própria empresa, abordando as especificidades de cada atividade. Mas, segundo Monica, em muitos casos isso não acontece. "As instituições de ensino e seus instrutores têm responsabilidade sobre os alunos capacitados, portanto cabe a elas observar a realidade de trabalho dos treinandos e não apenas limitar-se a cumprir o conteúdo programático mínimo proposto na norma".

Durante a capacitação, os profissionais devem contar com uma estrutura que retrate as diversas atividades do cotidiano. Se o profissional for do setor energético, por exemplo, a escola deve possuir um centro de treinamento com torres de transmissão, postes e escadas telescópicas. Se for de construção civil, deve ser disponibilizado um ambiente com andaimes, cadeirinhas e, em todos os casos, a escola deve disponibilizar os equipamentos de segurança inerentes à atividade.

sexta-feira, 13 de setembro de 2013

Seminário analisa primeiro ano de vigência da NR 35

Data: 11/09/2013 / Fonte: Redação Revista Proteção 

São Paulo/SP - A NR 35, norma que trata sobre a segurança do trabalho em altura, já está completando um ano de vigência. Para marcar a data e apresentar exemplos de boas práticas, desafios e esclarecer as dúvidas que surgiram neste período, será realizado o Seminário NR 35 - Um ano de vigência da Norma de Trabalho em Altura. O evento ocorre no dia 26 de setembro, na sede da Federação Nacional dos Engenheiros, em São Paulo (SP). Ao todo, estão disponíveis 400 vagas conforme ordem de reserva.

Entre os palestrantes está Luiz Carlos Lumbreras, auditor fiscal do trabalho e representante do governo na CNTT NR 35 - MTE. Ele explica que o evento irá apresentar e debater os principais problemas e as boas práticas visualizadas durante a implementação da norma, elucidar as principais dúvidas suscitadas na sua interpretação, apresentar os novos dispositivos normativos e normas técnicas referentes ao trabalho em altura, discutir os principais aspectos do Plano de Atendimento em Situações de Emergência e, por fim, debater o Plano de Trabalho para as futuras alterações ou inclusões na NR 35.

Segundo ele, o encontro é destinado principalmente aos gestores e profissionais responsáveis pela implantação da NR 35 nas empresas, profissionais de Segurança e Saúde no Trabalho e tem o objetivo específico de divulgar a NR 35 e os trabalhos da Comissão Nacional Tripartite - CNTT NR 35.

Lumbreras ressalta que a norma foi constituída como uma norma geral, portanto, necessita de complementações por meio de dispositivos específicos. Neste contexto, entram o anexo de acesso por cordas, bem como normas técnicas, como as normas NBR sobre Equipamentos de Proteção Individual e dispositivos de ancoragem, que serão apresentados no evento.

Aponta também que será discutida a inclusão de inovações tecnológicas a fim de aperfeiçoar o trabalho na área. "O mercado vem sofrendo uma verdadeira revolução no que diz respeito aos equipamentos para trabalho em altura. Os resultados relativos à redução de acidentes só poderão ser percebidos a médio prazo, principal objetivo da NR 35".

"Como se trata de uma norma recente, ainda estão surgindo várias dúvidas sobre sua aplicação. O seminário pretende responder a todos estes questionamentos. As informações levantadas durante o seminário servirão para subsidiar futuras alterações da norma e inclusões no manual informativo, disponibilizado pelo MTE em sua página na internet", esclarece.

A proposta do seminário será a capacitação dos trabalhadores, estabelecendo níveis e conteúdos mínimos diferenciados ou condições de contorno. "Vamos focar em algumas experiências exitosas que estão sendo implementadas, em particular o modelo norte americano previsto na OSHA", cita Lumbreras.

Serviço
Seminário NR 35 - Um ano de vigência da Norma de Trabalho em Altura.
Data:
 26 de setembro de 2013
Horário: 7h45 às 18h
Local: Federação Nacional dos Engenheiros
Rua Genebra, 25 - Bela Vista
São Paulo - SP
As vagas (400) serão disponibilizadas conforme ordem de reserva.
Consulte o hotsite do evento para mais informações sobre os temas, palestrantes e inscrição.
Acesse www.nr35-1ano.com.br.

segunda-feira, 17 de junho de 2013

Altiseg capacita funcionários da Oi para trabalho em altura

Data: 14/06/2013 / Fonte: Altiseg 

A Altiseg, empresa especializada em segurança em altura, irá capacitar cerca de 1.200 profissionais por todo o país que trabalham em altura pela empresa de telefonia Oi.

Em negociações desde o início do ano, as empresas fecharam contrato para as capacitações que serão realizadas in company, em cada capital. Os treinamentos terão duração de 16 horas para cada turma de aproximadamente 12 participantes.

Os treinamentos vão de acordo com a NR-35, que no final de março passou a exigir a capacitação de todos os profissionais que trabalham em altura.

Segundo Ibrahim Kleber Saad Pereira, gestor de contas corporativas da Altiseg, a escolha da Altiseg pela Oi partiu do relacionamento já estreito que as duas possuem desde o ano de 2005, quando a empresa de segurança em altura atendeu a operadora pela primeira vez. "O cliente sente confiança em nosso atendimento e comprometimento e isso foi fundamental para que este contrato estivesse conosco", afirma.

Para Ibrahim, além do impacto positivo no faturamento da empresa, o contrato proporciona à Altiseg visibilidade em todo território nacional. "Trata-se de uma consolidação da Altiseg para grandes contas, que possibilita a demonstração aos demais clientes/consumidores de nosso compromisso e seriedade".

A Altiseg também irá fornecer à operadora Oi diversos Equipamentos de Proteção Individual (EPIs): cintos, talabartes, trava-quedas e itens que compõem um kit de segurança, como luvas, óculos, capa de chuva, calçado de segurança, entre outros. Mais informações em: www.altiseg.com.br.

sexta-feira, 5 de abril de 2013

Manual NR-35

Saudações Galera!!

       

Caros leitores, nessa matéria informações sobre a NR-35, inclusive sobre a questão do cálculo do fator de queda, o qual pode ser 0, 1 e 2, sendo esse último o mais perigoso.

      Abaixo o link da norma comentada.

Manual de Interpretação NR-35 (LINK)

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