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sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

Cintos para trabalho em altura deverão sair das fábricas com Selo do Inmetro

Data: 06/02/2014 / Fonte: Engenhacom 

Todos os cintos de segurança para trabalho em altura e componentes deverão sair das fábricas com o selo de qualidade Inmetro, devido ao término, no dia 24 de janeiro, do prazo pelo Instituto para que os fabricantes se adequassem as normas estabelecidas.

A determinação, publicada em 24/07/2012, refere-se à avaliação da conformidade em Cinturões de Segurança, Dispositivos Trava-quedas e Talabartes. O principal objetivo da certificação é eliminar os acidentes por causa de falhas em produtos não conformes.

Acidentes relacionados com quedas lideram o ranking em diversos segmentos de trabalho. Somente na construção civil, dados do Ministério do Trabalho dão conta de 49% dos ocorridos.

Segundo Fernanda Neves, responsável pelo sistema de gestão da qualidade da Altiseg - primeira empresa a receber o selo -, o mais importante é que a certificação não abre margens para o boicote. "Os produtos passarão por auditorias regulares, que comprovam se a matéria prima utilizada é a mesma anunciada ao consumidor. Os processos de fabricação também serão auditados e incluem o pós-venda da empresa, ou seja, como ela trata os possíveis defeitos e reclamações que possam surgir por parte dos clientes. Quem ganha são os trabalhadores que executam o trabalho em altura".

Entretanto, os consumidores finais ainda poderão encontrar cintos sem o selo Inmetro, pois o prazo para que distribuidores e revendedores vendam cintos sem a certificação vai até 24 de julho de 2015.

segunda-feira, 18 de novembro de 2013

Operário morre em obra de novo shopping (São José do Rio Preto)

O serralheiro João Batista de Lima, 48 anos, morreu quarta-feira, 13, após cair de uma altura aproximada de 20 metros enquanto trabalhava na obra de construção do shopping Iguatemi, na zona sul de Rio Preto. Ele chegou a ser socorrido com vida, foi encaminhado ao Hospital de Base (HB), mas não resistiu aos ferimentos. 

Lima era natural do município de Ferraz de Vasconcelos, na Grande São Paulo, e estava trabalhando na obra há menos de um mês. 

Era contratado pela empresa Enal Engenharia de Alumínio e executava serviços de caixilhos - peças usadas para encaixe de janelas e vidros em armações de metal ou alumínio. O acidente aconteceu por volta das 9 horas e a vítima foi socorrida pelo Samu. Segundo a assessoria de imprensa do hospital, ele chegou em estado grave, inconsciente, com várias fraturas e foi encaminhado para a sala de cirurgia. A morte foi registrada às 11h20 e a polícia comunicada às 15h51. 

Até no final da tarde de quarta-feira, 13, o corpo do serralheiro estava no Instituto Médico Legal (IML) de Rio Preto e aguardava integrantes da família para liberação. Um fiscal de obras da empresa, que pediu para não ser identificado, acompanhava o caso. Segundo a funerária, ele seria levado ainda na quarta-feira para sua cidade natal. 

O Diário entrou em contato com a Enal, em São Paulo, mas ninguém quis comentar o assunto. Segundo a empresa, um diretor estava a caminho de Rio Preto para tomar ciência do ocorrido e falaria com a imprensa nesta quinta-feira, 14. A Enal presta serviços terceirizados para a construtora responsável pela obra, a Construcap, que emitiu nota oficial lamentando o ocorrido e afirmou que no momento do acidente o trabalhador usava “todos os equipamentos de proteção individual (EPIs) necessários às atividades desempenhadas.” 

“A Construcap CCPS Engenharia e Comércio S/A lamenta o falecimento de um funcionário da ENAL Engenharia e Alumínio Ltda., empresa especializada contratada para a execução dos serviços de caixilhos em uma obra na cidade”, cita o texto. 

Ainda segundo a nota, o socorro médico ao trabalhador foi imediato, incluindo o seu rápido encaminhamento ao hospital e tanto a Enal como a Construcap estão prestando todo o atendimento necessário aos familiares e avaliando perante as autoridades competentes as causas do acidente, para a adoção das devidas providências. 

A delegacia do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) informou que foi avisada sobre o acidente e fará na manhã desta quinta-feira uma vistoria no shopping para verificar as condições de segurança da obra. O caso também deve ser encaminhado para o 1º Distrito Policial para investigação. A assessoria do imprensa do Shopping Iguatemi foi procurada, mas não se manifestou. Indicou que a construtora era responsável pelas informações. 

Morte é a segunda em obras da mesma empresa 

Esta é a segunda morte registrada em menos de 48 horas em obras do Iguatemi no Estado. Na manhã de terça-feira, um operário também foi encontrado morto na construção da unidade do shopping em Sorocaba. Ele não teve o nome revelado. 

O homem trabalhava no acabamento de um restaurante que era feito por uma empresa terceirizada. Como o shopping tem inauguração marcada para hoje, quinta, muitos serviços estavam sendo feitos durante a noite. O corpo foi encontrado no início da manhã por outros trabalhadores. A suspeita é que ele tenha sido eletrocutado. A Polícia Civil abriu inquérito para apurar as circunstâncias da morte. O local passou pro pericia técnica e o laudo deve sair em 30 dias. 

Em fevereiro passado um outro operário já havia morrido na obra ao ser atingido por uma viga de concreto. Em nota, a rede Giraffas, responsável pelo restaurante em construção, lamentou o acidente e informou que o trabalhador prestava serviço a uma empresa terceirizada. 

“A rede brasileira de restaurantes informa que aguarda o laudo de perícia, a ser divulgado brevemente, mas, desde já, se solidariza e se mantém em contato com a família do colaborador da empresa, oferecendo todo o apoio necessário”, diz o texto. O shopping informou que colabora com as autoridades para a apuração da causa da morte. 

Susto em Rio Preto 

A queda de um guindaste e parte da estrutura, em abril passado, na obra do shopping Iguatemi em Rio Preto, movimentou a polícia e os bombeiros para resgate de dois trabalhadores que ficaram isolados em um das vigas da construção. 

Ricardo de Oliveira Lopes e José Bento Sobrinho trabalhavam na fixação de parafusos estruturais que uniam as vigas quando, após desestabilização do solo, o equipamento que carregava peças e ferramentas tombou. Apesar do susto, ninguém se feriu no acidente, mas foi necessário apoio do helicóptero Águia da PM. A aeronave retirou os dois com uso de uma cesta. 

Atividade em altura representa 40% dos acidentes de trabalho

Data: 13/11/2013 / Fonte: Diário do Litoral 

O trabalho em altura exige cuidados extremos por parte de quem coloca sua vida em risco diariamente como, por exemplo, profissionais que usam técnicas de rapel para limpar janelas ou os que sobem em postes para fazer a manutenção da rede elétrica. Segundo dados do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), 40% dos acidentes de trabalho no Brasil estão relacionados a quedas de trabalhadores em altura.

Criada há pouco mais de um ano, a Norma Regulamentadora nº 35 (NR35), define requisitos e medidas de proteção aos profissionais que atuam nessas condições. Com ela em vigor, a expectativa é que os acidentes sejam reduzidos. Porém, a capacitação do profissional precisa conter atividades práticas e ser feita de forma séria, como defende a coordenadora do curso de segurança no trabalho do Instituto Edison, Monica Klemps.

Do ponto de vista legal, para o MTE, a empresa está regular se os trabalhadores tiverem sido submetidos a um curso básico de no mínimo 8 horas. E como há inúmeros tipos de trabalho em altura, a norma prevê uma complementação desse treinamento dada pela própria empresa, abordando as especificidades de cada atividade. Mas, segundo Monica, em muitos casos isso não acontece. "As instituições de ensino e seus instrutores têm responsabilidade sobre os alunos capacitados, portanto cabe a elas observar a realidade de trabalho dos treinandos e não apenas limitar-se a cumprir o conteúdo programático mínimo proposto na norma".

Durante a capacitação, os profissionais devem contar com uma estrutura que retrate as diversas atividades do cotidiano. Se o profissional for do setor energético, por exemplo, a escola deve possuir um centro de treinamento com torres de transmissão, postes e escadas telescópicas. Se for de construção civil, deve ser disponibilizado um ambiente com andaimes, cadeirinhas e, em todos os casos, a escola deve disponibilizar os equipamentos de segurança inerentes à atividade.

sexta-feira, 13 de setembro de 2013

Seminário analisa primeiro ano de vigência da NR 35

Data: 11/09/2013 / Fonte: Redação Revista Proteção 

São Paulo/SP - A NR 35, norma que trata sobre a segurança do trabalho em altura, já está completando um ano de vigência. Para marcar a data e apresentar exemplos de boas práticas, desafios e esclarecer as dúvidas que surgiram neste período, será realizado o Seminário NR 35 - Um ano de vigência da Norma de Trabalho em Altura. O evento ocorre no dia 26 de setembro, na sede da Federação Nacional dos Engenheiros, em São Paulo (SP). Ao todo, estão disponíveis 400 vagas conforme ordem de reserva.

Entre os palestrantes está Luiz Carlos Lumbreras, auditor fiscal do trabalho e representante do governo na CNTT NR 35 - MTE. Ele explica que o evento irá apresentar e debater os principais problemas e as boas práticas visualizadas durante a implementação da norma, elucidar as principais dúvidas suscitadas na sua interpretação, apresentar os novos dispositivos normativos e normas técnicas referentes ao trabalho em altura, discutir os principais aspectos do Plano de Atendimento em Situações de Emergência e, por fim, debater o Plano de Trabalho para as futuras alterações ou inclusões na NR 35.

Segundo ele, o encontro é destinado principalmente aos gestores e profissionais responsáveis pela implantação da NR 35 nas empresas, profissionais de Segurança e Saúde no Trabalho e tem o objetivo específico de divulgar a NR 35 e os trabalhos da Comissão Nacional Tripartite - CNTT NR 35.

Lumbreras ressalta que a norma foi constituída como uma norma geral, portanto, necessita de complementações por meio de dispositivos específicos. Neste contexto, entram o anexo de acesso por cordas, bem como normas técnicas, como as normas NBR sobre Equipamentos de Proteção Individual e dispositivos de ancoragem, que serão apresentados no evento.

Aponta também que será discutida a inclusão de inovações tecnológicas a fim de aperfeiçoar o trabalho na área. "O mercado vem sofrendo uma verdadeira revolução no que diz respeito aos equipamentos para trabalho em altura. Os resultados relativos à redução de acidentes só poderão ser percebidos a médio prazo, principal objetivo da NR 35".

"Como se trata de uma norma recente, ainda estão surgindo várias dúvidas sobre sua aplicação. O seminário pretende responder a todos estes questionamentos. As informações levantadas durante o seminário servirão para subsidiar futuras alterações da norma e inclusões no manual informativo, disponibilizado pelo MTE em sua página na internet", esclarece.

A proposta do seminário será a capacitação dos trabalhadores, estabelecendo níveis e conteúdos mínimos diferenciados ou condições de contorno. "Vamos focar em algumas experiências exitosas que estão sendo implementadas, em particular o modelo norte americano previsto na OSHA", cita Lumbreras.

Serviço
Seminário NR 35 - Um ano de vigência da Norma de Trabalho em Altura.
Data:
 26 de setembro de 2013
Horário: 7h45 às 18h
Local: Federação Nacional dos Engenheiros
Rua Genebra, 25 - Bela Vista
São Paulo - SP
As vagas (400) serão disponibilizadas conforme ordem de reserva.
Consulte o hotsite do evento para mais informações sobre os temas, palestrantes e inscrição.
Acesse www.nr35-1ano.com.br.

segunda-feira, 17 de junho de 2013

Altiseg capacita funcionários da Oi para trabalho em altura

Data: 14/06/2013 / Fonte: Altiseg 

A Altiseg, empresa especializada em segurança em altura, irá capacitar cerca de 1.200 profissionais por todo o país que trabalham em altura pela empresa de telefonia Oi.

Em negociações desde o início do ano, as empresas fecharam contrato para as capacitações que serão realizadas in company, em cada capital. Os treinamentos terão duração de 16 horas para cada turma de aproximadamente 12 participantes.

Os treinamentos vão de acordo com a NR-35, que no final de março passou a exigir a capacitação de todos os profissionais que trabalham em altura.

Segundo Ibrahim Kleber Saad Pereira, gestor de contas corporativas da Altiseg, a escolha da Altiseg pela Oi partiu do relacionamento já estreito que as duas possuem desde o ano de 2005, quando a empresa de segurança em altura atendeu a operadora pela primeira vez. "O cliente sente confiança em nosso atendimento e comprometimento e isso foi fundamental para que este contrato estivesse conosco", afirma.

Para Ibrahim, além do impacto positivo no faturamento da empresa, o contrato proporciona à Altiseg visibilidade em todo território nacional. "Trata-se de uma consolidação da Altiseg para grandes contas, que possibilita a demonstração aos demais clientes/consumidores de nosso compromisso e seriedade".

A Altiseg também irá fornecer à operadora Oi diversos Equipamentos de Proteção Individual (EPIs): cintos, talabartes, trava-quedas e itens que compõem um kit de segurança, como luvas, óculos, capa de chuva, calçado de segurança, entre outros. Mais informações em: www.altiseg.com.br.

sexta-feira, 5 de abril de 2013

Manual NR-35

Saudações Galera!!

       

Caros leitores, nessa matéria informações sobre a NR-35, inclusive sobre a questão do cálculo do fator de queda, o qual pode ser 0, 1 e 2, sendo esse último o mais perigoso.

      Abaixo o link da norma comentada.

Manual de Interpretação NR-35 (LINK)

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